| Estórias para ler e refletir
Entrei numa loja e vi um anjo no balcão. Maravilhado, disse-lhe: “Que vendes?” Respondeu-me: “Todos os dons de Deus.” - Custa muito caro? - Não, é tudo de graça. Contemplei a loja e vi jarros e vidros de fé, pacotes de esperança, caixas de salvação e sabedoria. Tomei coragem e pedi: - Por favor, quero muito amor de Deus, todo perdão dEle, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e minha família. Então o anjo do Senhor preparou um pequeno pacote, que cabia na palma de minha mão. - É possível tudo caber aqui? perguntei. O Anjo respondeu: - Meu querido irmão, na loja de Deus não se vende frutos, apenas sementes. Voltar Unção Certa vez um garoto aproximou-se de um homem de Deus e perguntou-lhe: - O que é unção? Este olhou, sem pressa, para um lado e para o outro e, lentamente, questionou o menino: - Você está vendo aquele passarinho cantando no poste? Aquilo não é unção. Você está vendo aquele boi passando? Isso também não é unção. Então parou, como se a resposta estivesse já sido dada. O garoto exasperado insistiu logo com o ancião: - Mas, então, o que é unção? O homem olhando-o fixamente, disse: - Quando você vir um boi cantando como um passarinho, em cima de um poste, isso é unção. A verdadeira realidade da Igreja é sobrenatural. Se tudo o que temos são passarinhos cantando nos postes e bois pastando no campo, então, não temos nada além do que o mundo tem. A verdadeira obra de Deus precisa ser sobrenatural, celestial e inusitada. Texto distribuído na Ig. Batista Lagoinha Voltar Desculpe, foi engano... Era uma vez um rapaz que tinha muitos problemas. Constantemente, em suas preces, ele pedia que Jesus viesse visitá-lo no seu sofrimento. Um dia, Jesus bateu a sua porta, ele maravilhado, convidou-o a entrar,e Jesus sentou-se no sofá da sala. Na mesinha de centro encontrava-se uma Bíblia aberta no Salmo 91. Numa das paredes estava pendurado um bordado com o Salmo 23 e na outra um quadro da santa ceia. "Senhor Jesus", disse o jovem, "em primeiro lugar gostaria de dizer que é uma honra recebê-lo em minha casa, conforme o Senhor deve saber,estou passando por algumas dificuldades e preciso muito da Sua ajuda..." "Filho", interrompeu Jesus, "antes de conversarmos sobre os seus pedidos, gostaria de conhecer sua casa. Onde é o lugar que você dorme?"No mesmo instante o rapaz se lembrou que guardava, no quarto, umas revistas terríveis e se apressou em dar uma desculpa: "Não, Jesus, lá não! Meu quarto não está arrumado!" "Bem", disse Jesus, "e a cozinha, posso conhecer sua cozinha?" O rapaz lembrou que na cozinha havia algumas garrafas de bebida que ele não gostaria que Jesus visse. "Senhor, desculpe, mas prefiro que não", respondeu o rapaz, "a minha cozinha está vazia, não tenho nada de bom para oferecê-lo." Neste instante, um barulho forte interrompe a conversa. Pam, pam, pam...! Era alguém que batia furiosamente na porta, o rapaz se levantou,assustado, e foi ver quem era. Abriu a porta meio desconfiado, e viu que era o diabo. "Sai da frente que eu quero entrar!", gritou o tentador. "De jeito nenhum", respondeu o rapaz, e assim começou a briga. Com muita dificuldade o homem conseguiu empurrar o diabo e fechar a porta. Cansado, o rapaz voltou para sala e continuou: "Então, Jesus", disse ele, "como eu estava falando com o Senhor, estou precisando de tantas coisas..." Mas, outra vez a conversa é interrompida por um barulho forte que vinha da janela do quarto. O rapaz correu para ver quem era e ao abri-la se deparou, novamente, com o diabo: "Agora não tem jeito, eu vou entrar!", disse o inimigo. Mais uma vez o rapaz se debateu com ele e conseguiu trancar a janela. "Senhor", disse ele, "desculpe a interrupção, conforme lhe dizia..." Outra vez, dos fundos da casa, se ouvia tamanho barulho como se alguém quisesse arrombar a porta, era novamente o diabo: "Eu quero entrar!" O rapaz, já exausto, lutou com ele e conseguiu mantê-lo do lado de fora. Ao voltar, contrariado, disse a Jesus: "Eu não entendo. O Senhor está na minha casa e por que o diabo fica insistindo em entrar?" "Sabe o que é meu filho", explicou Jesus, "é que na sua casa você só me deu a sala." O rapaz humildemente entendeu a lição de Jesus e fez uma faxina na casa para entregá-la aos cuidados do Senhor. Neste instante, o diabo bateu mais uma vez à porta. O rapaz olhou para Jesus sem entender, e o Senhor disse: "Deixa que eu vou atender." Quando o diabo viu que era Jesus, que atendia a porta, disse: "Desculpe, foi engano," e sumiu rapidinho. Muitas vezes, é assim que acontece com o nosso coração. Entregamos a Jesus só uma parte dele, apenas a sala, ficando as dúvidas a morar no quarto, o acaso na cozinha, o medo na varanda, então lutamos e não vencemos porque a casa está dividida. A Bíblia diz que "os olhos do Senhor passeiam por toda a terra para se mostrar forte para com aqueles cujo coração é inteiramente seu." "Desculpe, foi engano..." Medite nisso, pois não foi por engano que você leu esta mensagem !! Voltar CÉU OU INFERNO ? Um jovem pediu a um sábio sacerdote que descrevesse o inferno. O velho sacerdote respondeu que no inferno há um enorme caldeirão de cozinha, de quase um metro de largura, cheio de um delicioso talharim, mas os únicos utensílios de que se dispõem são pauzinhos de também quase um metro de comprimento. "Você pode imaginar o que acontece", explicou o sacerdote. “Todos estão famintos e lutando por alimentar-se com os pauzinhos de quase um metro. Eles lutam para apanhar o talharim, mas os pauzinhos são muito longos para manipular o talharim e levá-lo à boca. Eles ficam furiosos e digladiam-se por causa do talharim, cada qual querendo ser o primeiro a comer e chegam a agredir-se mutuamente por causa do alimento. No fim, com o talharim espalhado por toda parte, menos na boca deles, padecem de fome angustiante e permanente." O jovem pediu depois uma descrição do céu, e o sacerdote replicou: “O céu é totalmente igual só que cada um apanha o talharim e o oferece a alguém que esteja do outro lado do caldeirão, dizendo: Por favor seja o primeiro a saborear este maravilhoso alimento. O outro aceita o alimento, dizendo: Obrigado e por favor, permita-me retribuir-lhe a gentileza. Por seu caráter altruísta, eles gozam de eterna felicidade". Voltar O Naufrágio Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar à parte dos destroços para poder ficar boiando. Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente. Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do Sol, da chuva, dos animais e, também, para guardar seus poucos pertences, e como sempre agradeceu. Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia. No entanto, um dia, quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado, ele se revoltou, e gritava, chorando: “O pior aconteceu! Perdi tudo! Oh, Deus, por que fizestes isso comigo?”. Chorou tanto, que adormeceu profundamente cansado. No dia seguinte, bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava. “Viemos resgatá-lo”, disseram. “Como souberam que eu estava aqui?”, perguntou ele. “Nós vimos seu sinal de fumaça!”. É comum sentirmo-nos desencorajados e, até mesmo, desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento. Lembrem-se: Se, algum dia, o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina. Para cada pensamento negativo, Deus tem uma resposta positiva. Voltar PEGADAS NA AREIA Uma noite eu tive um sonho... Sonhei que estava andando na praia com o Senhor, e através do Céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia, um era o meu e o outro era do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia. Notei, também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras, e perguntei então ao Senhor: “Senhor, Tu me dissestes que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho, mas notei que durante as maiores atribulações do meu viver havia na areia dos caminhos da vida, apenas um par de pegadas. Não compreendo por que nas horas que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixastes”. O Senhor me respondeu: “Meu precioso filho, Eu te amo e jamais te deixaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando vistes na areia, apenas um par de pegadas, foi exatamente aí, que Eu te carreguei nos braços”. Voltar QUEM VOCÊ AMA? Um dia, levantei-me de manhã cedo para assistir o nascer do sol. A beleza da criação divina estava além de qualquer descrição. Enquanto eu assistia, louvei a Deus pelo Seu belo trabalho. Sentado lá, senti a presença de Deus comigo. Ele me perguntou: "VOCÊ ME AMA?" Eu respondi, "É claro, Deus! Você é meu Senhor e Salvador!" Então Ele perguntou, "SE VOCÊ TIVESSE ALGUMA DIFICULDADE FÍSICA, AINDA ASSIM ME AMARIA?" Eu fiquei perplexo. Olhei para meus braços, pernas e para o resto do meu corpo e me perguntei quantas coisas eu não seria capaz de fazer, as coisas que eu dava por certas. E eu respondi, "Seria difícil Senhor, mas eu ainda Te amaria." Então o Senhor disse, “SE VOCÊ FOSSE CEGO, AINDA AMARIA MINHA CRIAÇÃO?”. Como eu poderia amar algo sem a possibilidade de vê-lo? Então eu pensei em todas as pessoas cegas no mundo e quantos deles ainda amaram Deus e Sua criação. Então respondi, "É difícil pensar nisto, mas eu ainda Te amaria." O Senhor então me perguntou, "SE VOCÊ FOSSE SURDO, AINDA OUVIRIA MINHA PALAVRA?" Como poderia ouvir algo sendo surdo? Então eu entendi. Ouvir a palavra de Deus não é simplesmente usando os ouvidos, mas nossos corações. Eu respondi, "Seria difícil, mas eu ainda ouviria a Tua palavra." O Senhor então perguntou, "SE VOCÊ FOSSE MUDO, AINDA LOUVARIA MEU NOME?" Como poderia louvar sem uma voz? Então me ocorreu: Deus quer que cantemos de toda nossa alma e todo nosso coração. Não importa como possa parecer. E louvar a Deus não é sempre com uma canção, mas quando somos oprimidos, nós louvamos a Deus com nossas palavras de gratidão. Então eu respondi, "Embora eu não pudesse fisicamente cantar, eu ainda louvaria teu nome." E o Senhor perguntou, "VOCÊ REALMENTE ME AMA?" Com coragem e forte convicção, eu respondi seguramente, "Sim, Senhor! Eu te amo Tu és o único e verdadeiro Deus!" Eu pensei ter respondido bem, mas então Deus perguntou, "ENTÃO POR QUE PECAS?" Eu respondi, "Porque sou apenas um humano. Não sou perfeito." “ENTÃO PORQUE EM TEMPOS DE PAZ VOCÊ VAGUEIA AO LONGE? PORQUE SOMENTE EM TEMPOS DE PROBLEMAS VOCÊ ORA COM FERVOR?”. Sem respostas. Somente lágrimas. O Senhor continuou: "POR QUE CANTAS SOMENTE NAS CONFRATERNIZAÇÕES E NOS RETIROS? POR QUE ME BUSCAS SOMENTE NAS HORAS DE ADORAÇÃO? PORQUE ME PERGUNTAS COISAS TÃO EGOÍSTAS? POR QUE ME FAZES PERGUNTAS TÃO SEM FÉ?" As lágrimas continuavam a rolar em minha face. “POR QUE VOCÊ ESTÁ COM VERGONHA DE MIM? POR QUE VOCÊ NÃO ESTÁ ESPALHANDO AS BOAS NOVAS? POR QUE EM TEMPOS DE OPRESSÃO, VOCÊ CHORA A OUTROS QUANDO EU OFEREÇO MEU OMBRO PRA VOCÊ CHORAR NELE? POR QUE CRIA DESCULPAS QUANDO LHE DOU OPORTUNIDADES DE SERVIR EM MEU NOME? VOCÊ É ABENÇOADO COM VIDA. EU NÃO LHE FIZ PARA QUE JOGASSE ESTE PRESENTE FORA. EU LHE ABENÇOEI COM TALENTOS PRA ME SERVIR, MAS VOCÊ CONTINUA A SE VIRAR. EU REVELEI MINHA PALAVRA A VOCÊ, MAS VOCÊ NÃO PROGRIDE EM CONHECIMENTO. EU FALEI COM VOCÊ, MAS SEUS OUVIDOS ESTAVAM FECHADOS. EU MOSTREI MINHAS BÊNÇÃOS, MAS SEUS OLHOS SE VOLTAVAM PRA OUTRA DIREÇÃO. EU LHE MANDEI SERVOS, MAS VOCÊ SE SENTOU OCIOSAMENTE ENQUANTO ELES ERAM AFASTADOS. EU OUVI SUAS ORAÇÕES E RESPONDI A TODAS ELAS." Eu tentei responder, mas não havia resposta a ser dada. "VOCÊ VERDADEIRAMENTE ME AMA?" Eu não pude responder. Como eu poderia? Eu estava inacreditavelmente constrangido. Eu não tinha desculpa. O que eu poderia dizer? Quando meu coração chorou e as lágrimas brotaram, eu disse: "Por favor, perdoe-me Senhor. Eu não sou digno de ser seu filho" O senhor respondeu, "ESTA É MINHA GRAÇA, MINHA CRIANÇA. PORQUE VOCÊ É MINHA CRIAÇÃO. VOCÊ É MINHA CRIANÇA. EU NUNCA TE ABANDONAREI. QUANDO VOCÊ CHORAR, EU TEREI COMPAIXÃO E CHORAREI COM VOCÊ. QUANDO VOCÊ ESTIVER ALEGRE, EU VOU RIR COM VOCÊ. QUANDO VOCÊ ESTIVER DESANIMADO, EU TE ENCORAJAREI. QUANDO VOCÊ CAIR, EU VOU TE LEVANTAR. QUANDO VOCÊ ESTIVER CANSADO, EU TE CARREGAREI. EU ESTAREI COM VOCÊ ATÉ O FINAL DOS TEMPOS, E TE AMAREI PRA SEMPRE." Eu jamais chorara daquela maneira antes. Como pude ter sido tão frio? Como pude ter magoado Deus como fiz? Eu perguntei a Deus: "Quanto me amas?" Então, O Senhor esticou Seu braço e eu vi suas mãos com enormes buracos sangrentos. Logo, curvei-me aos pés de Jesus Cristo, meu Salvador, e , pela primeira vez eu orei verdadeiramente... Voltar A estória do VCC Conta-se que certo caipira estava no seu trabalho rotineiro, num canavial, quando, de repente, viu brilhar três letras no céu: VCC. Muito religioso, o caipira julgou que aquelas letras significavam: "Vai, Cristo Chama". Fiel à visão correu ao pastor de sua Igreja e contou-lhe o ocorrido, concluindo que gostaria de devotar o restante de sua vida à pregação do evangelho. O pastor, surpreso diante do relato, disse: - Mas para pregar o evangelho, é preciso conhecer a Bíblia. Você conhece a Bíblia o bastante para sair pelo mundo pregando a sua mensagem? - Claro que sim! - Disse o homem. - E qual é a parte da Bíblia que você mais gosta e conhece? - As parábolas de Jesus, principalmente a do bom samaritano. - Então, conte-a! - Pede o pastor, querendo conhecer o grau de conhecimento bíblico do futuro pregador do evangelho. O caipira começa a falar: - Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu entre os salteadores. E ele lhes disse: "Varões irmãos, escutai-me: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou". E entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade. E partindo dali foi conduzido pelo Espírito ao deserto, e tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, teve fome, e os corvos lhe traziam alimento, pois alimentava-se de gafanhoto e mel silvestre. E sucedeu que indo ele andando, eis que um carro de fogo o ocultou da vista de todos. A rainha de Sabá viu isso e disse: ‘Não me contaram nem a metade’. Depois disso, ele foi até a casa de Jezabel, a mãe dos filhos de Zebedeu, e disse: "Tiveste cinco maridos, e o homem que agora tens, não é teu marido". E olhando ao longe, viu a Zaqueu pendurado pelos cabelos numa árvore e disse: "Desce daí, pois hoje almoçarei na tua casa". Veio Dalila e cortou-lhe os cabelos, e os restos que sobraram foram doze cestos cheios para alimentar a multidão. Portanto, não andeis inquietos dizendo: "Que comeremos?", pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. E todos os que o ouviram se admiraram da sua doutrina." O caipira, entusiasmado, olhou para o pastor e perguntou: - E então, estou pronto para pregar o evangelho? - Olha, meu filho - disse o pastor - eu acho que aquelas letras no céu não significavam: "Vai Cristo Chama". Antes, deveriam ser lidas: "Vai Cortar Cana". MORAL DA ESTÓRIA: Um conhecimento superficial das Escrituras poderá causar danos irreversíveis ao ministério, caso o mestre não leve em conta os fatores fundamentais para uma boa interpretação bíblica. Voltar Deus ainda fala com as pessoas? Um jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de quarta-feira. O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor. O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as pessoas?". Após a pregação ele saiu para um café com os amigos e eles discutiram a mensagem. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes. Era aproximadamente 10 horas da noite,quando o jovem começou a dirigir-se para casa. Sentado em seu carro, ele começou a pedir :" Deus, se ainda falaste com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedece-lo". Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: "Pare e compre um galão de leite". Ele balançou a cabeça e falou alto: "Deus é o Senhor? ". Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: "Compre um galão de leite". O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel, correu para Eli: "Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite". Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido: "Vire naquela rua". Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno. Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão, ele falou alto: "Muito bem, Deus. Eu farei". Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área misto de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam as escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa. Novamente, ele sentiu algo: "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua". O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta do carro, mas voltou a sentar-se. "Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?". Mais uma vez,ele sentiu que deveria ir e dar o leite. Finalmente, ele abriu a porta e pensou, "Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite aquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui". Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pode ouvir uma barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: "Quem está aí? O que você quer?". A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira. "O que é? ". O jovem entregou-lhe o galão de leite. "Comprei isto para vocês". O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando no braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: "Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite". Sua esposa gritou da cozinha: "Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo? O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos. Voltar O HOMEM Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas duvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, insistiu para que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente deparou-se com o mapa do mundo, e pensou: é isso! Com o auxilio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, o entregou ao filho dizendo: - Você gosta de quebra-cabeças, não é? Então vou dar-lhe o mundo para consertar. Aqui esta o mundo, todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho. Faça tudo sozinho. Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho, que o chamava calmamente... - Papai, Papai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!!! A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? - Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu? - Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu até tentei, mas não consegui. Foi então que me lembrei do homem. Então, virei os recortes e comecei a consertar o homem, que eu já conheço bem. Quando consegui consertar o homem, virei do outro lado e vi que dessa forma eu havia consertado o mundo!!! Voltar O PROPÓSITO DE DEUS Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta. Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e pequeno e suas asas estavam amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, suas asas se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço que a borboleta teria para passar através da pequena abertura era o modo como Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria "aleijados". Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. "Eu pedi Força e Deus me deu Dificuldade para me fazer forte. Eu pedi Sabedoria e Deus me deu Problemas para resolver. Eu pedi Prosperidade e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar. Eu pedi Coragem e Deus me deu Perigo para superar. Eu pedi Amor e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar Eu pedi Favores e Deus me deu Oportunidades" Voltar O QUADRO Um homem havia pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito famoso e um grande artista. Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. Houve caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Um observador curioso porém, achou uma falha no quadro: A porta não tinha fechadura. E foi perguntar ao artista: - Sua porta não tem fechadura! Como se fará para abri-la? - É assim mesmo - respondeu o pintor - Esta é a porta do coração humano. - Só se abre do lado de dentro. Abra seu Coração também. Mude, ainda dá tempo. Voltar Nós e o Espelho Alguém, muito desanimado, entrou numa igreja e em determinado momento disse para Deus: "Senhor, aqui estou porque em igrejas não há espelhos, pois nunca me senti satisfeito com minha aparência". Subitamente uma folha de papel caiu aos seus pés, vinda do alto do templo. Atônito, ele a apanhou e nela viu a seguinte mensagem:
Minha criatura, nenhuma das minhas obras veio ou ficou sem beleza, pois a feiúra é invenção dos homens e não minha.
Não importa se um corpo é gordo ou magro: ele é o templo do espírito e este é eterno.
Não importa se braços são longos ou curtos: sua função é o desempenho do trabalho honesto.
Não importa se as mãos são delicadas ou grosseiras: sua função é dar e receber o Bem.
Não importa a aparência dos pés: sua função é tomar o rumo do Amor e da Humildade.
Não importa o tipo de cabelo, se ele existe ou não numa cabeça: o que importa são os pensamentos que por ela passam.
Não importa a forma ou a cor dos olhos: o que importa é que eles vejam o valor da Vida.
Não importa um formato de nariz: o que importa é inspirar e expirar a Fé.
Não importa se a boca é graciosa ou sem atrativos: o que importa são as palavras que saem dela.
Ainda atônito, esse alguém dirigiu-se para a porta de saída, que tinha algumas partes de vidro. Nesse exato momento sentiu que toda sua vida se modificaria. Havia esse lembrete na porta aderido:
"Veja com bons olhos seu reflexo neste vidro e lembre-se de tudo que deixei escrito. Observe que não há uma única linha sobre Mim que afirme que sou bonito" Voltar O Pastor e a Prostituta Vivia um pastor nas proximidades de um templo que dirigia. Na casa em frente, morava uma prostituta. Observando a quantidade de homens que a visitavam, o pastor resolveu chamá-la. "Você é uma grande pecadora", repreendeu-a. "Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?" A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do pastor; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento. Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, orava ao Senhor e pedia perdão. O pastor, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo: "A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa até o dia da morte dessa pecadora".
E, desde aquele dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra em frente a sua casa. Passado algum tempo, o pastor tornou a chamar a prostituta e lhe disse: "Vê este monte de pedras? Cada pedra dessa representa um dos pecados mortais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!" A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando: "Ó Senhor, quando vossa misericórdia irá me livrar dessa miserável vida que levo?" Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o pastor consigo. A alma da prostituta subiu imediatamente aos céus, enquanto os demônios levaram o pastor ao inferno. Ao cruzarem no meio do caminho, o pastor viu o que estava acontecendo e clamou: "Oh, Senhor, essa é a tua justiça? Eu, que passei a minha vida pregando e repreendendo, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu!" Ouvindo isso, um dos anjos respondeu: "São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, essa mulher orava fervorosamente dia e noite. A alma dela ficou tão leve depois de chorar, que podemos levá-la até o paraíso. A sua alma ficou tão carregada de pedras, que não conseguimos fazê-la subir até o alto". Voltar Lençol Branco Existia um casal no interior da Inglaterra que morava em uma pequena cidadezinha. Esse casal tinha um único filho chamado John; John não se dava muito bem com seus pais, principalmente com o pai, ele era um rapaz muito rebelde. Sempre que podia reclamava para sua mãe: - Esse homem não me permite fazer nada, até pareço seu escravo, ele só me faz trabalhar não posso nem se quer ir a cidade para ver meus amigos. Um dia quando John estava mais velho, brigou tanto, mas tanto com seu Pai, que resolveu sair de casa. A mãe insistiu: - Meu filho não vá, vocês vão esquecer essa briga, é passageira. John virou-se para a mãe e disse: - Vocês não me amam, vou embora daqui. John foi para a cidade grande e devido ao trabalho com seu pai, John pode arrumar um emprego porque sabia uma profissão e pode assim se sustentar. Muitos anos se passaram e John se casou com uma linda moça, anos depois teve seu primeiro filho. Num determinado dia, sua esposa lhe disse que queria que os pais dele conhecesse seu filho. John pensou um pouco e disse: - Não, meus pais não, eles não me amam, eles não vão querer conhecer meu filho. E além do mais, muitos anos se passaram e eles já devem ter morrido. Dois anos depois John teve um outro filho e quando as crianças estavam brincando o mais velho lhe fez uma pergunta que cortou seu coração: - Papai, nós só conhecemos o vovô e a vovó, os pais da mamãe. Você não tem papai nem mamãe como nós? Naquele instante John resolveu rever seu pais, tentar uma reaproximação. E resolveu escrever uma carta aos pais que dizia: - Oi. Aqui é o John, eu me casei e tive dois filhos. Eles querem conhecer vocês; Não sei se depois desses longos anos vocês me perdoaram. Não sei se vão querer me ver, mas irei visitar vocês com minha família. Se me perdoaram, coloque um pano branco onde eu possa ver, porque estarei indo de trem que passa bem em frente a casa de vocês e assim eu saberei se posso voltar ou não. John fez todos os preparativos, arrumou as malas e as crianças, pegou o trem mas estava muito nervoso. - Será que eles receberam a carta? Será que me perdoaram? Será que estão vivos? Não parava de andar pra lá e pra cá no trem; Quando chegaram numa estação anterior a de seu destino, John não conseguia mais se conter, ele suava frio. O trem saiu e John grudado na janela como a uma criança não via a hora de chegar a sua antiga casa. O trem entrou em uma curva e John sabia que depois daquela curva ele conseguiria ver a casa de seus pais - Após esta curva conseguiremos ver a casa do vovô e da vovó, disse John. O trem terminou a curva e John e sua família pode ver a casa. Ela estava cheia de lençóis brancos, nas cercas, nas janelas e o mais comovente, um casal de velhinhos acenando com lenços brancos para o trem em sinal do perdão a seu filho.
Hoje existe um Pai em algum lugar perdoando seu filho por seus erros... Que tal ser este pai hoje, agora... Fale, telefone, mande uma carta ou um e-mail para seu filho e perdoe... Acene com um lenço branco... Ele com certeza irá estar esperando... Voltar A Raiz do Erro Um feiticeiro africano conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com agilidade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante. O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro, e continua a acompanhar seu mestre. Depois de longa caminhada, chegam a um lugar sagrado. Sem parar, o feiticeiro dá meia volta e começa a viagem de volta. - Você não me ensinou nada hoje - diz o aprendiz, levando mais um tombo. - Ensinei sim, mas você parece que não aprende - responde o feiticeiro. - Estou tentando lhe ensinar como se lida com os erros da vida. - E como lidar com eles? - Como deveria lidar com seus tombos - responde o feiticeiro. - Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que te fez escorregar. Devemos procurar a raiz de nossos erros e levantarmos com sabedoria e força. Voltar Pedale! Em princípio, eu via Deus como um observador, um juiz que não perdia de vista as coisas erradas que eu fazia. Desse modo, quando eu morresse, Ele saberia se eu merecia ir para o Céu ou para o Inferno. Ele estava sempre lá, como um presidente. Eu reconhecia a imagem dEle quando a via, mas não O conhecia de verdade. Mas, mais tarde, quando eu O conheci melhor, pareceu que a vida era como um passeio de bicicleta para duas pessoas e percebi que Deus estava no banco de trás, me ajudando a pedalar. Não me lembro quando ele sugeriu-me que trocássemos de lugar, e a vida não foi a mesma desde então... A vida com o seu poder superior tinha se tornado muito mais excitante! Quando eu detinha o controle, sabia o caminho. Era um tanto entediante, mas previsível - sempre a distância mais curta entre dois pontos. Mas quando Deus assumiu a liderança (Ele conhecia atalhos maravilhosos) passei a subir montanhas e atravessar terrenos pedregosos em velocidade vertiginosa! Tudo que eu podia fazer era seguir em frente! Embora tudo aquilo parecesse loucura Ele ficava dizendo: "Pedale, pedale!" Eu ficava preocupado e ansioso, e perguntava: "Para onde o Senhor está me levando?" E Deus apenas ria e não me dava uma resposta e eu me vi começando a confiar nEle. Logo me esqueci da minha vida entediante e comecei a participar da aventura. Quando dizia que estava assustado, Ele virava-se para trás e tocava minha mão. Deus levou-me até pessoas com dons de que eu precisava; dons da aceitação e da alegria, dentre outros. Essas pessoas deram-me ajuda a prosseguir na minha jornada. Isto é, nossa jornada, de Deus e minha. E nós partimos novamente. Então Ele me disse: "Desfaça-se dos dons, são bagagem extra, pesam demais!" Então eu os dei para as pessoas que encontramos e descobri que quanto mais eu os dava, mais eu recebia! E, além disso, o meu fardo ficava mais leve! A princípio, eu não confiei muito em Deus quando Ele assumiu o controle da minha vida. Achei que ele a destruiria. Mas o Senhor conhecia os "segredos" da bicicleta, sabia como incliná-la para fazer curvas fechadas, pular para evitar lugares cheios de pedras, aumentar a velocidade para encurtar os caminhos difíceis. Também estou aprendendo a calar-me e pedalar nos lugares mais complicados e aprendi a apreciar a paisagem e a brisa fresca em meu rosto com o meu ótimo e constante companheiro, Jesus Cristo. E quando estou certo de que não posso mais seguir em frente, Ele apenas sorri e diz: "Pedale!" Faça isso você também. Entregue o controle da sua vida a Deus. Voltar Meu filho, um anjo vencedor Eu o amei o suficiente para perguntar aonde ele ia, com quem ia e a que horas voltaria... Eu o amei o suficiente para insistir que guardasse seu dinheiro para comprar sua bicicleta, embora eu pudesse comprá-la... Eu o amei o suficiente para ficar em silêncio e deixar que ele descobrisse por si mesmo que o seu melhor amigo não era boa companhia... Eu o amei o suficiente quando mandei que ele voltasse ao mercado com o que trouxera escondido e dissesse ao vendedor: "ONTEM ROUBEI ISTO E HOJE QUERO PAGAR"... Eu o amei o suficiente para deixar que ele limpasse seu quarto em duas horas, o que eu poderia ter feito em 5 minutos... Eu o amei o suficiente para deixá-lo ver-me com raiva, com decepções e lagrimas nos olhos, pois as crianças devem saber que seus pais não são perfeitos... Eu o amei o suficiente para deixar que ele assumisse a responsabilidade por suas ações, mesmo sentindo que o preço a pagar era ter meu coração machucado... Eu o amei o suficiente para dizer "NÃO" quando sabia que ele me odiaria por isso. Essa foi a pior das batalhas... Mas valeu a pena... Por eu vencer minhas lutas, hoje ele é um vencedor também... Voltar O CÉU E O INFERNO...
Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente. Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição. A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho,avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada. - Bom dia, ele disse. - Bom dia, respondeu o homem. - Que lugar é este, tão lindo? ele perguntou. - Isto aqui é o céu, foi a resposta. - Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem. - O senhor pode entrar e beber água à vontade,disse o guarda, indicando-lhe a fonte. - Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede. - Lamento muito, disse o guarda, aqui não se permite a entrada de animais. O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta. A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um Homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo. - Bom dia, disse o caminhante. - Bom dia, disse o homem. - Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro. - Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar - Podem beber a vontade. O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede. - Muito obrigado, ele disse ao sair. - Voltem quando quiserem - respondeu o homem. - A propósito - disse o caminhante - qual é o nome deste lugar? - Céu, respondeu o homem. - Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu! - Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno. - O caminhante ficou perplexo. - Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões. - De forma alguma - respondeu o homem - Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos..
PENSE NISSO.... COLHENDO O QUE PLANTA Há muito tempo atrás, uma menina chamada Lili se casou e foi viver com o marido e a sogra. Em um tempo muito curto, Lili descobriu que não ia se dar bem com a sua sogra. As personalidades delas eram muito diferentes, e Lili foi se enfurecendo com os hábitos de sua sogra. Além disto, ela criticava Lili constantemente. Dias e dias se passaram. Semanas e semanas se passaram. Meses e meses. Lili e sua sogra nunca deixaram de discutir e brigar. Mas o que fez a situação até piorar era que, de acordo com antiga tradição chinesa, Lili tinha que se curvar à sogra e obedecer em tudo o que desejasse. Toda a raiva e infelicidade dentro da casa estavam causando ao pobre marido um grande stress. Finalmente, Lili não agüentando mais decidiu tomar uma atitude. Lili foi ver o bom amigo de seu pai, o Sr. Huang que vendia ervas. Ela lhe contou sobre a situação e pediu que ele lhe desse algum veneno de forma que ela poderia resolver o problema de uma vez por todas. Sr. Huang pensou por algum tempo e finalmente disse: " - Lili, eu ajudarei você a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e obedecer a todas as instruções que eu lhe der". Lili respondeu: "Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que me pedir que faça". Sr. Huang entrou no quarto dos fundos e voltou em alguns minutos com um pacote de ervas. Ele disse para Lili: "Você não pode usar de uma só vez para se libertar de sua sogra, porque isso causaria suspeitas. Então, eu lhe dou várias ervas que vão lentamente envenenar sua sogra. A cada dois dias prepare alguma carne, de porco ou galinha, e ponha um pouco destas ervas no prato dela. Agora, para ter certeza de que ninguém irá suspeitar de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável com ela. Não discuta com ela, obedeça-a em tudo e trate-a como se fosse uma rainha". Lili ficou muito contente. Agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra. Semanas se passaram, e meses se passaram, e a cada dois dias, Lili serviu a comida especialmente tratada à sua sogra. Ela se lembrou do que Sr. Huang tinha dito sobre evitar suspeitas, assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu à sogra, e a tratou como se fosse sua própria mãe. Depois que seis meses tinham passado, a casa inteira tinha mudado. Lili tinha controlado tanto o seu temperamento que ela quase nunca se aborreceu. Ela, nestes seis meses, não tinha tido uma discussão com a sogra, que parecia agora muito mais amável e mais fácil se lidar. As atitudes da sogra com Lili mudaram, e ela começou a amar Lili tanto quanto à própria filha. Ela revelava aos amigos e parentes que Lili era a melhor nora que alguém poderia ter. Lili e a sogra estavam tratando uma à outra como verdadeiras mãe e filha. O marido de Lili estava muito contente em ver o que estava acontecendo. Um dia, Lili foi ver o Sr. Huang e pediu a ajuda dele novamente. Ela disse: "Querido Sr. Huang, por favor me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou em uma mulher agradável, e eu a amo como minha própria mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei. Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça. "Lili, não há nada com que se preocupar. Eu nunca lhe dei qualquer veneno. As ervas que eu dei à você eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O único veneno estava em sua mente e sua atitude para com ela, mas isso tudo foi jogado fora pelo amor que você deu a ela". Lembre-se que nós colhemos aquilo que plantamos... Se plantamos boas sementes, germinará uma boa planta que dará belas flores ou bons frutos, se plantarmos sementes de ervas daninhas será isso que crescerá. Provérbios 10:12 "O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões." Nunca se esqueça de que, se você puder cultivar o Amor ao invés do Ódio, quem mais vai sair ganhando é você. Voltar Oi, Jesus, é o Zé! - "Oi, Jesus! É o Zé!" Ao meio dia, um pobre velho entrava no templo e poucos minutos depois saía. Um dia, o sacristão perguntou-lhe o que vinha fazer, pois havia objetos de valor no templo. - Venho orar - disse o velho. - Mas é estranho que você consiga orar tão depressa - disse o sacristão. - Bem - retrucou o velho - eu não sei recitar aquelas orações compridas, mas diariamente, ao meio dia, eu entro neste templo e só falo: "Oi Jesus, é o Zé". Em um minutinho, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que ele me ouve. Alguns dias depois o Zé sofreu um acidente, e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer uma grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes se tornaram alegres, e muitas pessoas arrasadas passaram a ser ouvida. Disse-lhe um dia a enfermeira: - os outros doentes falam que foi você quem mudou tudo aqui na enfermaria, eles dizem que você está sempre tão alegre... - É verdade, enfermeira, estou sempre alegre. É por causa da visita que recebo todo dia, me trazendo felicidade. A enfermeira ficou atônita, já notara que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia, e ele era um velho solitário... - Que visita? A que horas? - Perguntou a enfermeira. - Diariamente, ao meio-dia - respondeu o Zé, com um brilho nos olhos - Ele vem, fica ao pé de minha cama, e quando olho para ele, ele sorri e diz, "Oi Zé, é o Jesus". Por isso devemos sempre lembrar que não importa o tamanho da Oração e sim a comunhão que, através dela, temos com "Deus". Voltar
|